
Na passada quinta-feira aceitei um desafio interessante: acompanhar em acordeão duas melodies de Gabriel Fauré. A escrita dos acompanhamentos de piano de Nocturne e Les Roses de Ispahan adapta-se de forma surpreendente ao nosso instrumento (os mais puristas torceram o nariz, naturalmente...). O timbre do acordeão também se adequou admiravelmente aos ambientes dos textos.
Aqui fica um registo fotográfico do momento: a inauguração de uma exposição de escultura naturalista do final do séc. XIX na Delegação Regional da Cultura de Évora.